Gisele Goes
Sempre gostei de tatuagens que parecem passear pelo corpo.
Daquelas que acompanham suas curvas, encontram um encaixe natural e criam movimento. Mesmo quando ocupam uma área grande, continuam transmitindo leveza e delicadeza.
É por isso que gosto de criar diretamente na pele.
O free hand me permite olhar para cada corpo de forma única e construir a composição a partir dele, respeitando sua anatomia e entendendo como a arte pode se movimentar naquela região.
Para mim, não se trata apenas de escolher um desenho e definir onde ele será tatuado. É pensar em como cada elemento pode conversar com o corpo para que, no final, desenho e anatomia pareçam ter sido pensados juntos desde o início.
Cada corpo me apresenta novas possibilidades.
E é a partir dele que cada projeto começa.